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Silas Magalhães aposta no R&B acústico em seu novo single “Se Eu Orar”

Dois meses após lançar o álbum duplo “Não É Só Um Vislumbre”, que ultrapassou a marca de 400 mil plays em todas as plataformas digitais, o cantor Silas Magalhães apresenta sua nova canção autoral “Se Eu Orar”.

– Essa música nasceu durante uma semana de jejum e oração, que não tinha como propósito buscar uma música nova, mas sim buscar a Deus. Durante um dia normal, Deus ministrou o refrão ao meu coração. Depois comecei a compor o resto, minha esposa Thais me ouviu compondo e começou a criar junto comigo, o que somou demais ao resultado final. Essa foi a primeira música que nós três compomos juntos: Deus, eu e Thais – afirma Silas, que apostou em um R&B acústico.

“Se Eu Orar” conta com um visualizer disponível no canal do artista no YouTube, que busca retratar bem a letra da canção. Algo que também inspirou a capa do single, que é inspirado no trecho “Vem arrumar a bagunça do meu coração”.

– Pensei que seria apenas mais uma música, mas Deus mandou lançar e o público pode esperar por uma canção 100% inspirada por Deus e que vai ministrar muitos corações. E quis que isso já fosse transmitido pela capa, onde comecei a imaginar meu coração como uma sala vazia e, ao mesmo tempo, bagunçada, então pensei em representar isso colocando as roupas desarrumadas ao meu redor – detalhe o músico.

Aos 23 anos, Silas Magalhães é um artista de trap e R&B, natural de Santo Antônio de Jesus, na Bahia. Com uma carreira iniciada em 2011, ele ficou conhecido pelo grande público em outubro de 2013, com apenas 11 anos, quando participou do quadro Jovens Talentos Kids, no Programa Raul Gil, no SBT.

De lá para cá, Silas lançou vários singles e quatro álbuns de estúdio que somam milhares de streams nas plataformas – “Além da Razão” (2015); “Estações” (2021), com as participações de Wesley Auggusto e Lookas; “Predestinado” (2023), com Daniel Salez, Carmen Cruz, Orelhv e Liz Mc; e “Não É Só Um Vislumbre – PT. 1 e 2” (2025), que traz duetos com Lookas, Daniel Salez e Robert Lucas.

Silas Magalhães lança o álbum duplo “Não É Só Um Vislumbre”, com elementos do trap, afrobeat e reggae

Dois anos após o lançamento de “Predestinado”, que soma mais de 9 milhões de streams no Spotify, o cantor Silas Magalhães apresenta seu quarto álbum de carreira e, dessa vez, um álbum duplo lançado em duas partes. intitulado “Não É Só Um Vislumbre”, o projeto traz um total de 16 faixas escritas inspiradas na própria trajetória do artista ao longo desses 12 anos.

– O desenvolvimento desse projeto começou logo após a fase final de “Predestinado”. As primeiras músicas inclusive nasceram durante o lançamento desse último álbum. Tudo que eu ia vivendo, ia automaticamente sendo traduzido em música. Esse álbum na verdade é um resumo dos meus últimos dois anos. O título “Não é só um Vislumbre” representa a ideia de que, o que eu vivo hoje, um dia já foi apenas um vislumbre e, apesar de eu não estar onde eu ainda sonho em chegar, a realidade é que eu já vivo os meus sonhos. A mensagem central é sobre perseverança, autenticidade e a tensão entre seguir um sonho e lidar com a vida real, sempre com um olhar voltado para Deus – explica Silas, que também é responsável por toda a produção musical.

DOIS MOMENTOS DA JORNADA
Silas explica que a ideia de dividir o álbum em duas partes é para justamente mostrar as fases distintas de sua jornada. Nascido na Bahia, ele se mudou para o Rio de Janeiro e isso também impactou no conceito da primeira parte, que tem uma capa branca e simboliza esperança, expectativa e frustrações dessa mudança de cidade.

Já a segunda parte, marcada pela capa preta, é uma metáfora para o amadurecimento espiritual do cantor e o reconhecimento de que, às vezes, as coisas não vão sair da forma esperada, mas do jeito que Deus já traçou conforme Seu propósito.

– Lançar simultaneamente reforça que essas fases fazem parte de um mesmo todo e só se completam quando ouvidas juntas e por isso lancei os álbuns completos ao invés de ser single a single. Quis quebrar a expectativa tradicional e entregar a experiência de forma integral para que o público possa mergulhar no conceito sem fragmentação. O impacto de ouvir a obra completa desde o início era essencial para transmitir a narrativa – detalha o artista.

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS
A sonoridade de “Não É Só Um Vislumbre” é marcada pelo R&B, mas apresenta elementos do afrobeat, do reggae e do trap. O projeto ainda conta com três participações especiais.

– As participações foram escolhidas de forma intencional, buscando artistas que já tinham conexão com minha caminhada e que pudessem acrescentar verdade às músicas. Para a faixa “Fachada”, eu convidei o Lookas e o Daniel Salez que são artistas que sempre colaboram comigo. Também chamei meu conterrâneo Robert Lucas na música “CD Arranhado”, que é meu segundo trabalho em parceria com ele. Já nos conhecíamos há muitos anos, inclusive fizemos aula de canto com a mesma professora lá na Bahia.

Silas também assina a concepção de design, o conceito e edição dos clipes e a parte de VFX. Todas as 16 faixas contam com um visualizer com uma estética dentro da concepção visual do álbum, traduzindo o tom introspectivo e urbano do projeto. Além disso, o cantor preparou seis videoclipes, sendo três dirigidos por seu irmão, Samuel Magalhães (Studio P Agência), e outros três dirigidos por Moskitto (Nóiz Produtora).

Um dos destaques do álbum é a faixa “Planos de Yeshua”, que já era conhecida do público cativo de Silas e que é inspirada nos textos de I Coríntios 9:24-27 e Jeremias 29:11.

– “Planos de Yeshua” nasceu como um testemunho cantado sobre propósito, disciplina e fé. O público se conectou pela força da mensagem e pela melodia envolvente, pedindo a música em shows e redes sociais antes mesmo do lançamento oficial.

PLANOS DE CARREIRA
Silas Magalhães avisa que o público pode esperar letras verdadeiras, beats envolventes e uma narrativa que mistura fé, vulnerabilidade, força e honestidade. De acordo com o artista, “Não É Só Um Vislumbre” é um projeto para se ouvir de ponta a ponta e sentir a transição das fases de sua vida, com mensagens que falam tanto ao coração quanto à mente.

– 2025 tem sido um ano de transição e experimentação. É um período onde, além do R&B e trap – que já são minha base – me permiti explorar sonoridades como o xote e samba reggae trazendo minhas raízes nordestinas e abrir um espaço maior para composições mais vulneráveis e transparentes. Isso reflete não só um amadurecimento musical, mas também espiritual, trazendo para a música experiências e sentimentos reais dos últimos anos. Agora sonho em fazer a “Vislumbre TOUR”, passando por várias cidades, além de possíveis clipes extras e versões ao vivo das canções – finaliza o baiano.

Silas Magalhães lança releitura do sucesso “Arde Outra Vez”, de Thalles Roberto

Revelado em 2013 no quadro Jovens Talentos Kids, do Programa Raul Gil, o cantor Silas Magalhães se tornou um dos nomes do trap dentro do segmento gospel. Com várias canções em alta no Instagram e no TikTok, o artista contabiliza mais de 50 milhões de streams em todas as plataformas digitais.

Agora, Silas resolveu olhar para o seu próprio passado para poder dar os próximos passos em sua carreira trazendo uma releitura de “Arde Outra Vez”, sucesso interpretado por Thalles Roberto. O cantor sempre foi uma referência na trajetória de Silas e foi quem lhe inspirou a participar do Programa Raul Gil.

– Foi com “Arde Outra Vez” que eu gravei o vídeo de inscrição para o Jovens Talentos Kids e foi a primeira música que eu cantei no palco do programa. Em 2014, fiz o quadro “Homenagem ao Artista” para o Thalles com essa mesma música – recorda o cantor.

Responsável pela produção musical da faixa, Silas dividiu a música em duas partes, sendo a primeira marcada pelo trap e a segunda baseada no drill, um gênero musical com origem no sul de Chicago, nos Estados Unidos, no fim dos anos 2000.

– Eu já tinha a produção dessa música pronta desde o ano passado. O Thalles até chegou a ver e compartilhou comigo no privado o quanto que ele ficou feliz em ouvir essa versão. Há alguns meses, eu repostei a versão e recebi uma chuva de pedidos. Então fui atrás da autorização e tudo aconteceu bem rápido – explica Silas.

Responsável por todas as partes dos seus projetos, inclusive na identidade visual, Silas fez questão de imprimir o conceito da música na capa do single, que marca sua despedida da gravadora Track3Music.

– Sempre enxerguei o visual dessa música da forma que eu fiz o design: um coração queimando enquanto uma lágrima cai dos olhos. Essa música é uma oração muito forte, de entrega a Deus e resposta dEle. Enquanto você sente o fogo queimar no seu coração, é impossível conter as lágrimas – finaliza.

Silas Magalhães mistura trap e piseiro em sua nova música autoral “Meu Tudo”

Natural de Santo Antônio de Jesus, na Bahia, o cantor Silas Magalhães traz toda a musicalidade de sua terra natal em seu novo projeto lançado pela gravadora Track3Music. Um dos artistas em ascensão na cena do trap gospel, Silas mistura o estilo com o piseiro em sua nova canção autoral intitulada “Meu Tudo”.

– “Meu Tudo” nasceu de uma forma inusitada. Eu passei três dias seguidos buscando a Deus por uma música nova, tentei compor mais de 70 refrões e dentre eles estava o refrão dessa música, mas não enxerguei um futuro nela logo de cara. Alguns dias depois, eu a ouvi de uma forma diferente. A princípio, ela seria um Jersey Club, mas quando eu mostrei para o meu irmão e um amigo eles falaram que a música encaixaria perfeitamente com um piseiro e tudo fluiu de uma forma muito natural quando decidi seguir a ideia – detalha Silas.

A produção musical foi feita em parceria com Mateositoo, que já assinou produções de grandes nomes do meio artístico como Léo Santana, Ivete Sangalo e Claudia Leitte.

– Mateositoo é um mano de longa data. Nós nos conhecemos quando ainda éramos crianças lá na Bahia. Fiz um evento na igreja dele e desde então não paramos mais de nos falar. O tempo passou e ele se tornou um dos maiores produtores do gênero, tendo trabalhado com Ivete Sangalo, Léo Santana, Rafinha RSQ, Batidão Stronda e GR6 – explica o trapper.

A música é baseada no texto de Marcos 8:36, onde Jesus questiona de que vale um homem ganhar o mundo e perder a sua alma. Curiosamente, antes de lançar o single oficialmente, Silas Magalhães apresentou uma prévia de “Meu Tudo” em um vídeo no Instagram, que já passou de 14 mil visualizações. De acordo com o artista, essa é mais uma que tem potencial para virar hit com uma mensagem forte e um refrão chiclete com uma melodia envolvente.

“Meu Tudo” também ganhou um clipe disponível no canal de Silas no YouTube. Pela primeira vez, o cantor trabalhou com três diretores de fotografia no projeto.

– Gravamos em duas partes. A primeira foi na praia, remetendo mais ao piseiro, que foi gravada pelo meu amigo Kaesar Rodrigues, diretor de arte da Track3Music. Já a segunda parte representa o trap e apostei em uma estética mais urbana. Esse trecho foi gravado por dois amigos de longa data – Rhuam Tarcísio e Guilherme Xavier, que já tinham sido responsáveis pela fotografia de alguns visualizers do álbum “Predestinado”, de 2023 – relata.

De acordo com Silas, que já lançou outras duas canções em 2025 – “Deserto” e “Oi, Deus” – o ano será marcado por mais um álbum e a aposta em uma mistura de ritmos. Algo que ele já fez no álbum “Predestinado”, onde uniu trap e pagode na faixa “Fim de Tarde”, que já fez mais de 1 milhão de plays no Spotify.

Silas Magalhães mistura funk e R&B em seu novo single “Oi, Deus”

Nome em ascensão na cena urbana, o cantor Silas Magalhães lança de surpresa, em plena segunda-feira de Carnaval, a canção “Oi, Deus”. De acordo com o artista, que tem mais de 14 milhões de plays no Spotify, esse é o seu projeto “mais pessoal e especial”.

– Esse som nasceu com uma urgência muito grande. Senti o Senhor me chamando para compor algo que alcançariam pessoas que estão vivendo o que a música fala. Essa é a minha composição mais pessoal e especial porque ela nasceu de uma forma completamente atípica e está sendo lançada de forma atípica. Não vou mentir que estou ansioso pra ver qual o plano de Deus para ela – compartilha o cantor.

Com uma mistura de funk com R&B, “Oi, Deus” se trata de uma oração com uma pegada bem sentimental. Silas conta que sentiu como uma ordem expressa do céu para lançá-la justamente durante o Carnaval.

– A canção nasceu em uma terça-feira e eu tive que sair ligando para um monte de gente na distribuidora para conseguir soltá-la na segunda de carnaval – resume Silas, que assina a produção musical, mixagem e masterização da faixa.

Disponível nas plataformas digitais, “Oi, Deus” conta ainda com um visualizer que teve toda a identidade visual desenvolvida pelo cantor, que pensou em cada detalhe para conseguir transmitir a mensagem e todo o sentimento que deseja transmitir com a música. E como a oração é uma conversa com Deus, Silas trouxe essa ideia na capa ao simular uma conversa de WhatsApp com o Pai.

– A música já começa com sons de trovões. Por se tratar de uma oração de alguém que se encontra fraco, pensei nos trovões para simbolizar uma tempestade interior e fiz o visual em cima disso – detalha.

Silas Magalhães mistura funk, trap e pop em seu novo single “Deserto”

Um dos grandes nomes do trap, o cantor Silas Magalhães inicia 2025 com uma proposta que une funk, trap e pop. Com uma mensagem inspirada no texto bíblico de Êxodo 13:21,22, a canção “Deserto” narra a trajetória do povo de Israel até a Terra Prometida após sua libertação do Egito.

– Essa canção nasceu na minha última viagem à Bahia, no final de 2024. Numa noite eu comecei a buscar a Deus e escrever uma música. Quando fui dormir, tive um sonho que dizia que a música certa não era aquela. Ainda no sonho eu via a paisagem de um deserto e ouvia um pouco do que viria a se tornar essa música – explica Silas, que também assina a produção de “Deserto”.

Disponível em todas as plataformas digitais pela Track3Music, “Deserto” também ganhou um videoclipe dirigido pelo seu irmão, Samuel Magalhães, que também dirigiu o clipe de “Yeshua”.

– Essa foi a produção de clipe mais complicada e desafiadora por causa do CGI, que está presente em muitas partes do clipe. A direção de VFX e a roteirização ficaram por minha conta – detalha.

De acordo com Silas Magalhães, o público pode esperar por um som muito bem produzido, nos mínimos detalhes, inspirado por Deus e um clipe diferenciado do que está rolando no gospel e do que ele já fez até aqui.

– O momento em que estamos vivendo no Brasil é muito delicado. Enquanto o país vive uma crise econômica e moral, eu escolho não viver essa crise, e sim viver Cristo. E em meio a esse deserto eu creio que ele me guia, e guia todos aqueles que confiam nEle. Por esse motivo eu creio que Ele me entregou esse som para esse momento – ressalta Silas, que promete dois álbuns para este ano e, talvez, um DVD.

Silas Magalhães reflete sobre o tempo em sua nova canção autoral “Turbulências”

Com seis singles lançados ao longo de 2024, que somam mais de 3 milhões de plays no Spotify e quase 1 milhão de views no YouTube, o cantor Silas Magalhães encerra o ano com sua nova canção “Turbulências” Compositor e produtor de todos os seus projetos, ele apostou na mistura do trap com o funk e o afrobeat, estilos que ele apostou em seus lançamentos anteriores – “Se Não Fosse” e “Yeshua”.

É nesse clima de fim de ano que Silas surge reflexivo sobre um assunto inerente a todo ser humano: o tempo. E é sobre como viver e aproveitar bem o tempo que ele se propõe a cantar em “Turbulências”.

– A gente fica reflexivo no fim de ano acerca de tudo o que passamos e, em um desses momentos, eu estava no estúdio refletindo sobre tudo que eu já passei em todos os meus 13 anos de carreira e assim nasceu essa música. A inspiração vem do céu e saio escrevendo geralmente sobre o que eu li recentemente na Bíblia, com um paralelo do que estou vivendo no momento – afirma o cantor, que faz parte do cast da gravadora Track3Music.

A mensagem central da canção é inspirada nas passagens de Eclesiastes 3:1 e Mateus 28:20. De acordo com o artista, “tudo é passageiro, tanto os momentos de alegria quanto os de tristeza”.

– Turbulências existem, mas não derrubam o avião. Elas passam e o voo segue seu rumo – filosofa.

Além do single nas plataformas digitais, Silas Magalhães disponibilizou o clipe de “Turbulências” em seu canal no YouTube, onde ele acumula mais de 33 mil inscritos e contabiliza mais de 7 milhões de visualizações. O clipe tem direção da esposa do cantor, Thais Magalhães, que foi responsável pelo visualizer de “Drama”, que conta com vários efeitos especiais.

– O clipe foi gravado em nossa casa no Rio de Janeiro justamente por ser uma música que fala de histórias que nós já passamos juntos – explica Silas.

Refletindo sobre tudo o que aconteceu em 2024, que inclui uma participação na Marcha Para Jesus em Salvador e suas músicas viralizando no Reels e no TikTok, Silas Magalhães já planeja o seu ano de 2025, que será marcado pela realização de um sonho do artista: a gravação de seu primeiro DVD com banda ao vivo. Aguarde!

Silas Magalhães explora a mistura do funk com o Jersey Club na canção “Se Não Fosse”

Sempre em busca de propor novas experiências sensoriais para o seu público, o cantor Silas Magalhães aposta em uma nova mistura musical em seu novo single. Depois do afrobeat presente em “Yeshua” e até mesmo a junção de trap e pagode em “Fim de Tarde”, o artista baiano une o funk e o Jersey Club, subgênero do trap que nasceu nas ruas de New Jersey, nos Estados Unidos, no início dos anos 2000.

A batida marca o compasso de “Se Não Fosse”, segundo lançamento do artista pela gravadora Track3Music. Como em todos os seus projetos, Silas assina a composição e produção.

– A música nasceu na minha última ida à Bahia. Senti que Deus estava querendo me entregar algo novo, então fui buscar e esse som veio como uma verdade do meu coração. Comecei a refletir sobre tudo que vem acontecendo na minha vida e ali percebi que, de fato, sem Jesus nada disso seria possível. “Se Não Fosse” é um funk leve, moderno, com parte em Jersey Club. Originalmente a música nasceu como um afrobeat, mas durante um corujão de busca e composição, Deus me mandou fazer um funk e obedeci – explica o cantor.

Silas está com grandes expectativas quanto ao seu novo projeto, principalmente depois da excelente aceitação do público com “Yeshua”. A canção conseguiu ficar em alta no Instagram e foi compartilhada pelos influencers Wesley Cabelinho, Eliel Rufino e Israel Targino, a medalhista olímpica Júlia Soares e o cantor Samuel Messias.

– “Se Não Fosse” fala sobre a dependência de Deus e a graça dEle por nós. Espero que todos entendam a proposta e que corações que precisam dessa mensagem sejam alcançados – declara o artista.

E como em todo projeto, Silas Magalhães também lançou o clipe de “Se Não Fosse”, que está disponível em seu canal no YouTube. O vídeo tem direção de fotografia de Moskito, da NÓIZ Produções. As imagens foram gravadas na capital paulista e trazem uma estética bem conceitual.

Silas Magalhães lança o afrobeat “Yeshua” pela gravadora Track3Music

O cantor e compositor Silas Magalhães inicia mais uma fase em sua carreira. Um dos nomes promissores do trap gospel, com mais de 150 mil ouvintes mensais no Spotify, o artista assinou contrato com a gravadora Track3Music, com sede no Rio de Janeiro, que passa a administrar os lançamentos e a agenda do artista.

– Essa parceria promete ser gigante. Eu já conversava com o Mauro César, CEO da Track3Music, e quando ele me fez o convite, marcamos uma reunião e de cara vimos que tínhamos ideias alinhadas. Fechamos o contrato e já começamos a trabalhar na criação de toda as estratégias de marketing. Apesar de ser uma gravadora nova no mercado, a Track3Music já chega com a expertise da Ageenciar, que é uma agência de marketing e publicidade pioneira no marketing de influência no meio gospel – explica Silas.

E para marcar essa nova empreitada, o artista lança o single “Yeshua”, um afrobeat baseado no texto de Êxodo 40:35.

– Na passagem bíblica retrata um episódio em que Moisés não conseguiu entrar na tenda porque a nuvem tinha pousado sobre ela e enchido o lugar da glória de Deus. Essa glória de Deus foi revelada a todos através de Cristo, o Yeshua Hamashia, que rasgou o véu que nos separava do Santo dos Santos (Mateus 27:51). A música faz o paralelo da mesma glória, porém em épocas diferentes do Antigo e do Novo Testamento – relata o cantor.

Como em todos os seus projetos, Silas também lançou o videoclipe de “Yeshua” em seu canal no YouTube, com mais de 30 mil inscritos. A direção é de Samuel Magalhães, irmão do cantor que faz sua estreia na direção e seguiu uma estética vintage no projeto, adotando até mesmo o formato 4:3 no vídeo que teve imagens gravadas na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Silas Magalhães lança o trap melódico “Drama” em parceria com AATALAIAA

O cantor e compositor Silas Magalhães está de volta com um novo single intitulado “Drama”, que traz uma reflexão profunda sobre as escolhas de vida. O lançamento conta com a colaboração do artista baiano AATALAIAA e chega marcado não só pela musicalidade única, mas também pela produção visual inovadora, dirigida pela esposa de Silas, Thais Magalhães.

– A música nasceu numa tarde de produção. Eu senti de Deus uma vontade de produzir, mas estava com um bloqueio criativo gigante, até que comecei a refletir como algumas pessoas alcançaram tudo que desejavam sem a presença dEle. Daí começou a sair o refrão – “Enquanto todos querem droga, fama e grana / Vida que engana / Na verdade é um drama / Eu só quero Você, Deus” – explica o cantor.

Silas aposta mais uma vez no trap melódico para cantar os versos de “Drama”. Responsável pela produção musical, ele detalha que adicionou um toque de melancolia à música para trazer uma “harmonia dramática”.

– É uma harmonia muito dramática de fato, uma melodia executada com falsete no refrão o que traz mais melancolia à execução – descreve Silas.

Com a ideia de fortalecer a cena trap no segmento gospel, Silas Magalhães trouxe um conterrâneo para abrilhantar a faixa. Baiano e na estrada desde 2020, AATALAIAA conheceu o trabalho de Silas por meio de amigos em comum.

– Diferente do que geralmente faço, eu compus essa música e a deixei engavetada por um tempo. Eu tinha a vontade de chamar alguém que se encaixasse na proposta e, quando conheci o AATALAIAA, soube que ele conseguiria entregar o que a música pedia. Um amigo muito próximo me mandou um trampo dele e curti muito. Quando soube que ele também é baiano, me interessei mais pelo som. Começamos a trocar ideia e surgiu a oportunidade de fazermos esse som juntos – recorda.

Envolvido desde cedo na cena urbana, por influência do pai, AATALAIAA já estava inserido no contexto do rap até que o trap surgiu e ele se sentiu ainda mais motivado a participar de forma ativa do movimento. Ele define “Drama” como “um clamor profundo que reflete nossas orações e preocupações com uma geração presa em prazeres momentâneos, consciente ou inconscientemente, de que tudo tem um fim”.

– Foi nítido desde o início que Silas e eu compartilhamos os mesmos interesses. Isso facilitou muito a nossa conexão e parceria que foi natural e muito assertiva desde o começo. Nós dois estávamos em total acordo sobre a mensagem que queríamos transmitir e como ela seria apresentada ao público. Esse alinhamento de ideias facilitou o processo criativo e colaborativo, permitindo que o projeto fluísse de maneira harmoniosa e eficiente – declara AATALAIAA, que avisa que o público pode esperar por uma mensagem poderosa e acolhedora, trazendo uma reflexão impactante sobre nossas escolhas e suas consequências.

Além de disponibilizar “Drama” nos apps de música por meio do seu selo Prayer Hands Records, Silas Magalhães lançou o visualizer da canção em seu canal no YouTube. Coube a Thais Magalhães, esposa de Silas, dirigir as cenas que foram escritas pelo cantor.

– Como o nome da música é “Drama” e a estética é de fato dramática, eu pensei em gravar em casa porque muitas pessoas que vivem essa vida dissoluta fogem de ficar em casa pra se manterem ocupadas com seus prazeres e diversões porque a casa é um lugar de descanso, de baixar a guarda. Ficamos mais vulneráveis em casa. Eu sou fã de VFX e eu sempre tento trazer alguns para os meus clipes – resume.

Estreante na direção, Thais sempre acompanhou as empreitadas do marido no backstage, mas que se sentiu honrada com o desafio.

– Sempre que posso, trabalho ativamente com o Silas, por trás das câmeras, ajudando nas gravações dos conteúdos para as redes sociais. Eu quero ser a parceira de todas as horas. Gravar um clipe não é fácil, mas creio que vamos melhorar cada vez mais. No final, o nosso objetivo principal é alcançar pessoas exercendo um trabalho de excelência para o Reino e alinhado com uma comunicação assertiva e um bom planejamento. Gravamos e regravamos várias vezes até ficar alinhado com a proposta que tínhamos pensado no início. Eu queria a perfeição, e nisso, eu e o Silas combinamos bem. Alinhados com o mesmo propósito e com toda a paciência que ele teve comigo nesse processo, acredito que fizemos um ótimo trabalho e que o nosso objetivo final foi alcançado com sucesso – compartilha a nova diretora.

O conceito do clipe foi levado também para a identidade visual do projeto. Na capa, aparece um Silas flutuando e sendo puxado até o céu.

– Eu quis fugir do convencional. Queria trazer uma referência a alguma parte da música sem ser clichê. Em um dos versos eu falo que tudo converge em Deus e pensei de que forma eu poderia expressar visualmente essa conversão minha nEle. Então imaginei que ele fosse um ímã e eu um objeto metálico sendo atraído. Assim nasceu a capa que também é uma das cenas do visualizer – conta.

Com quase 200 mil ouvintes mensais no Spotify e quase 7 milhões de views no YouTube, Silas Magalhães avisa aos seus seguidores – que passam de 260 mil – que eles podem esperar “um Silas dedicado a expressar a palavra de Deus da forma mais criativa e pulsante possível”.