Arquivo para Tag: PodCrê

Anderson Freire revela a história por trás do sucesso “Raridade”

Colecionador de diversos hits ao longo dos 14 anos de carreira e autor de grandes sucessos gravados por muitos artistas, o cantor Anderson Freire participou da terceira temporada do podcast PodCrê. Além de falar sobre casamento, paternidade e vida com Deus, ele também recordou momentos marcantes de sua carreira.

De forma exclusiva, Anderson revelou a história por trás da canção “Raridade”, que dá título ao seu segundo álbum solo lançado pela MK, em 2013. O artista contou que escreveu a letra após uma visita a um presídio em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo.

– “Raridade” é muito única! Eu visitava presídios na época e, um dia, uma mulher me abraçou e falou: “Poxa, ora por mim! Existe jeito para mim? Você acredita?”. Eu imaginei a alma daquela mulher, ela chorava e eu orava por ela. Falei: “Essa alma tem valor”. Fui para casa e falei que ia escrever uma canção para a alma. Eu cresci na roça e ouvi falar da forma mais simples sobre o valor de uma alma. Comecei a ler na Bíblia sobre a cidade de Ofir, que tinha coisas raras, e olhei para a alma daquelas mulheres e só Cristo para identificar o valor mais raro que o ouro puro de Ofir. Aí, comecei a escrever “Raridade” – recorda.

E os números não mentem sobre o sucesso de “Raridade”. Só no Spotify, a canção tem mais de 105 milhões de plays. Já no YouTube, no canal oficial da gravadora MK Music, o vídeo da versão ao vivo se aproxima dos 300 milhões de views. Entretanto, Anderson Freire chegou a cogitar não gravar a canção.

– Voltei ao presídio e cantei “Raridade” pela primeira vez e falei que nunca iria lançar essa canção. Na hora de escolher o repertório do novo projeto, minha esposa, Raquel Freire, falou: “Essa canção não”. Mas não tem como colocar a graça de Deus nas nossas caixas religiosas e científicas. Não existe métrica quando Deus quer fazer algo. Você tenta, mas não, não tem controle – declara o artista.

“Raridade” conquistou o certificado de Disco de Diamante por mais de 300 mil cópias vendidas. No mesmo ano do lançamento, o álbum foi indicado ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa. Anderson Freire já ultrapassou 2 bilhões de streams e views em suas canções e é um fenômeno com mais de 360 milhões de views no YouTube nos últimos 12 meses.

Produzido pelo Pleno.News, o PodCrê está em sua terceira temporada falando sobre fé e vida espiritual e já conta com mais de 100 mil inscritos em seu canal no YouTube. O podcast também está disponível no Spotify, na Deezer, no Apple Podcasts e na Amazon Music.

Cantora gospel que noivou sem namorar revela que passou por crises

Casada há quase quatro anos com Igor Siracusa, que é pai de seus filhos Henry e Matteo, a cantora gospel Luma Elpidio revelou, durante participação no podcast PodCrê, que o casamento passou por crises. Ela e Igor noivaram sem namorar em julho de 2020 e se casaram quatro meses depois.

Na época, eles tiraram um ano sabático longe das redes sociais e foram participar de uma escola de missões no Havaí. De lá, foram evangelizar um país muçulmano e, foi nesse período de convivência, que as crises começaram a acontecer.

– A gente era casado há seis meses quando a gente foi para esse país e, morando, às vezes, em lugares bem precários. A convivência foi o mais difícil, porque a gente não namorou. Eu e Igor nos conhecemos mesmo, depois de casados; porque a gente teve esse relacionamento a distância muito rápido. Tinha muitos desafios, brigas e conflitos demais. Eram duas pessoas diferentes que tinham que ser quebradas para serem moldadas em um só, porque a Bíblia fala que a gente tem que se tornar um.

Luma recorda que, durante a passagem por esse país, eles moraram em uma casa com mais de dez mulheres solteiras e ela precisou lidar com suas inseguranças.

– Tudo que eu tinha de insegurança e de ciúme veio à tona. A gente quase não sobrevive. Foi terapia de casal, muito aconselhamento pastoral e tivemos até que pausar a viagem no meio para tirar uma semana só para nós dois. Fizemos terapia de casal todos os dias para não desistir do casamento e nem da viagem missionária. Foi muito desafiador, mas nos transformou. A gente voltou desse ano sabático em outro nível de maturidade. Parece que todas as brigas que tinham para brigar foram brigadas no primeiro ano. A gente voltou para o Brasil e era uma paz em casa… A gente nem se reconhecia – relata a cantora.

Luma Elpidio e Igor Siracusa se conheceram por meio de uma “Live do Desencalhamento” promovida pela pastora e influenciadora Fabiola Melo. Luma foi convidada para dar uma palavra e quando Igor a viu se apaixonou à primeira vista.

– Ele estava assistindo à live com um amigo e falou: “Nossa, que menina bonita, né?”. Aí, o amigo dele falou: “Como assim? É a Luma Elpidio”. Meu marido não conhece ninguém. Ele não sabe o nome de nenhum cantor. Ele comentou uma carinha com um emoji de coração nos olhos. Tinham 10 mil pessoas na live e muita gente conhecia o Igor e puxaram a hashtag #LumIgo – recorda.

Luma Elpidio ressalta que Igor Siracusa sempre foi claro nas suas intenções com ela. No dia 24 de julho de 2020, ele dirigiu de São Paulo até o Rio de Janeiro para fazer o pedido. A surpresa contou com a ajuda de amigos que disseram que Luma faria uma gravação e, por isso, precisava estar bem arrumada. Mas ao sair de casa para a tal gravação, a cantora encontrou Igor com a caixinha da aliança.

O casamento aconteceu no interior de São Paulo no dia 21 de novembro do mesmo ano. A cerimônia foi transmitida no canal de Luma no YouTube e o vídeo chegou a figurar em 4º lugar na seção em alta da plataforma.

Produzido pelo Pleno.News, o PodCrê está em sua terceira temporada falando sobre fé e vida espiritual e já conta com mais de 100 mil inscritos em seu canal no YouTube. O podcast também está disponível no Spotify, na Deezer, no Apple Podcasts e na Amazon Music.

Téo Hayashi fala sobre traumas com o pai e como isso refletiu na relação com seus filhos

Líder da Zion Church, em São Paulo, e fundador do Dunamis Movement, o pastor e missionário Téo Hayashi foi o convidado do episódio especial de Dia dos Pais do PodCrê. Filho da pastora Sarah Hayashi, ele falou dos seus traumas gerados na infância por causa de problemas com o pai, que abandonou a família quando ele tinha apenas 8 anos de idade.

– Eu lembro que, aos 5 anos de idade, eu já tinha consciência de que tinha algo errado em casa e esse algo errado tinha a ver com o meu pai não vivendo aquilo que ele pregava. Aos 7, eu comecei a entender a vida dupla que ele estava levando. Minha mãe optou por perdoar e permanecer fiel ao voto que ela fez no altar. Mas, quando tudo veio à tona e o escândalo sobre a vida dupla dele, ele abriu mão do casamento e da igreja – recorda.

Casado com Junia Hayashi e pai de Zach, Koa, Beni e Kaila, Téo também compartilhou seus medos de falhar como pai e marido devido ao que aconteceu em seu passado.

– Eu tive medo quando eu me casei. Eu me perguntava: “Será que esse casamento vai terminar um dia? Será que eu consigo de fato ser fiel aos votos que eu estou fazendo no altar?”. Eu sei que se eu começar a baixar minha guarda, eu vou cair na infidelidade e não vou ser um bom pai. Desde os meus 8 anos, minha mãe sempre falava que eu ia ser um excelente pai e marido. Ela que foi minha maior encorajadora falando que eu ia casar e ser feliz e que meu casamento seria diferente daquilo que vi na vida do meu pai – afirma o pastor.

Apesar dos traumas gerados, Téo revela que conseguiu liberar perdão para o pai. Entretanto, o processo não foi imediato.

– Por mais que eu gostaria que liberar perdão para o meu pai fosse instantaneamente, eu comecei o processo com 8 anos de idade tentando entender o que era a dor e como que é essa ferida. Só aos 23 anos que eu falei assim: “Isso não está mais no meu coração”. O Senhor trabalha e eu creio que Deus pode curar instantaneamente, mas eu também sei que o Senhor, às vezes, trabalha com o tempo em processo – afirma o líder cristão, que contou com o apoio da tia, a pastora Neuza Itioka, na época.

Téo Hayashi aproveitou a participação no PodCrê para falar sobre a perda recente da mãe, a pastora Sarah Hayashi, que morreu aos 81 anos, em São Paulo, no dia 5 de julho. Téo ressaltou que o processo do luto tem feito com que questione muitas coisas; principalmente sobre o legado que deixará na Terra.

– Mais do que as palavras que você fala, o legado é a vida que você vive. Então, eu questiono muito a minha vida, questiono o que é sucesso para um pastor e para uma igreja. Estou questionando tudo! Não que eu estivesse errado em tudo, mas eu acho que é um tempo que vale a reflexão e eu estou [pensando no] que é sucesso, como que os meus filhos e os meus netos vão me enxergar no dia que eu for embora. Então, isso tem falado bastante comigo – reflete o pastor.

Hayashi recorda sobre como foi dar a notícia da doença da mãe para os filhos. Sarah foi diagnosticada com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA); uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta as células nervosas responsáveis pelo controle dos movimentos musculares. Ao longo do tempo, a pessoa passa a sofrer de paralisia motora e tem perda das habilidades motoras.

– Sentei com meus meninos mais velhos e, na hora, a resposta deles foi assim: “Mas Jesus pode curar” e aquilo encheu meu coração, porque percebi que eu e Junia estamos no caminho certo, porque nossos filhos entendem que Deus é o Deus do impossível. Nossa oração sempre foi sabendo que a gente tinha duas possibilidades da bondade de Deus: ela vir em forma de um milagre ou em forma de uma transição pacífica. Tive que explicar aos meus filhos que Deus pode curar, mas, quando Ele escolhe não curar, isso não faz com que Ele seja menos bom. Ele continua sendo bom e eles entenderam – finaliza.

Produzido pelo Pleno.News, o PodCrê está em sua terceira temporada falando sobre fé e vida espiritual e já conta com quase 100 mil inscritos em seu canal no YouTube. O podcast também está disponível no Spotify, na Deezer, no Apple Podcasts e na Amazon Music.

Marquinhos Gomes revela que quase entrou para o Exaltasamba: “Estava revoltado com a igreja”

Você consegue imaginar o cantor gospel Marquinhos Gomes cantando ao lado de Péricles no Exaltasamba? Pois saiba que isso quase aconteceu, por volta do ano de 2002, com a saída do vocalista Chrigor.

Com 35 anos de carreira e dono de grandes sucessos como “Não Morrerei”, “Ele Não Desiste de Você”, “Tudo Posso” e “Águas Cristalinas”, Marquinhos contou ao podcast PodCrê que foi convidado para assumir a vaga deixada pelo antigo vocalista. Isso aconteceu em uma época em que ele estava revoltado com a igreja.

– Eu ia cantar no Exaltasamba. Eu recebi uma proposta quando o Chrigor saiu, mas veio o Thiaguinho, que tinha participado daquele programa “Fama”, da Rede Globo. Eu estava tão revoltado com a igreja que eu falei: “Ah! Quer saber de uma coisa? Eu vou pro pagode mesmo! Eu vou pagodear!”. Eles tinham feito uma proposta e já iam colocar muito dinheiro para mim – recorda.

Apesar da revolta na época, Marquinhos disse que a geração que conheceu Jesus por meio de suas músicas foi um ponto determinante para que ele desistisse de trocar Cristo pelo pagode.

– Imagina a geração que aceitou a Jesus me vendo cantar e eu querendo experimentar o mundo? O Senhor me segurou e, graças a Deus, estou aqui firme e forte e não quero sair da presença do Senhor nunca mais – declarou.

Produzido pelo Pleno.News, o PodCrê está em sua terceira temporada falando sobre fé e vida espiritual e já conta com quase 100 mil inscritos em seu canal no YouTube. O podcast também está disponível no Spotify, na Deezer, no Apple Podcasts e na Amazon Music.

 

Marquinhos Gomes revela que a fama quase destruiu a relação com a filha: “A gente era inimigo”

Intérprete de grandes sucessos da música gospel como “Não Morrerei” e “Ele Não Desiste de Você”, o cantor Marquinhos Gomes recordou o início de sua trajetória durante sua participação na terceira temporada do podcast PodCrê. Com 35 anos de carreira, ele é pai da também cantora Gabriela Gomes e de Ana Vitória.

Durante o bate-papo, Marquinhos contou que a fama quase acabou com a sua família.

– Tem coisas que a gente faz na vida e que não dá para voltar no tempo. Eu viajei muito no início e não sabia distinguir o que era ministério. Então, eu criava uma confusão na minha cabeça. Eu sofri muito por causa disso; paguei um preço, mas hoje, a minha família está muito bem. A fama e o sucesso passam, mas o que fica é a família – reflete o artista.

Marquinhos recordou que a filha mais velha, Gabriela Gomes, foi quem mais sofreu com sua ausência por conta das agendas. Ela sofria com depressão e síndrome do pânico aos 9 anos de idade.

– A Gabriela reclamava e chorava tanto… Eu entendo que a minha ausência fez ela sofrer. Eu parei a minha agenda por quase um ano e fiquei sem cantar para cuidar da Gabi. Ela perdeu a referência de pai. A gente não tinha relacionamento de pai e filha, a gente era inimigo. Ela tinha uma revolta e achava que a igreja tinha tirado ela de mim. Hoje eu me tornei mais amigo, mais pai, mais companheiro e hoje temos uma aliança madura e consigo conversar com minha filha sobre qualquer assunto. Antigamente, eu discutia, brigava, batia, era uma guerra em casa, porque ela queria… ela não queria dinheiro, ela queria amor, carinho e atenção. Ela não queria o Marquinhos Gomes, ela queria o pai, o Marcos – recorda o cantor.

Esse período da adolescência inspirou Marquinhos a escrever a canção “Não Vou Perder a Fé”, que deu título ao primeiro álbum de Gabriela Gomes, lançado em 2016. Atualmente, ela é casada com o goleiro Jordi e os dois estão à espera do primeiro filho, Noah.

Produzido pelo Pleno.News, o PodCrê está em sua terceira temporada falando sobre fé e vida espiritual e já conta com quase 100 mil inscritos em seu canal no YouTube. O podcast também está disponível no Spotify, na Deezer, no Apple Podcasts e na Amazon Music.

Eyshila fala sobre luta do marido contra as drogas no início do casamento: “A gente teve brigas sérias”

Convidada especial da terceira temporada do podcast PodCrê, a cantora e pastora Eyshila recordou fatos que marcaram sua trajetória de quase 30 anos de carreira e também falou sobre sua vida pessoal. Dentre os assuntos abordados, ela recordou o início do relacionamento com seu marido, o pastor Odilon Santos.

Filho de pastores, Odilon era viciado em drogas muito antes do começo do relacionamento. Eyshila, que na época tinha 17 anos, só descobriu o vício do então namorado após um ano juntos. Apesar dos conselhos da família de Odilon, ela decidiu levar a relação adiante e, seis anos depois, eles se casaram.

– Foi a primeira grande batalha que eu tive que encarar na minha vida. Entre idas e vindas, eu namorei, noivei, terminei o noivado e casei com Odilon. Ele teve uma recaída muito grande no primeiro ano do nosso casamento e foi desafiador. A gente teve umas brigas sérias. O Odilon nunca me encostou o dedo ou foi violento comigo, mas eu fui com ele. Eu gritava, queria sacudir e falar para largar o vício. Ele socava a parede quando estava drogado ou em crise de abstinência. Era um hospício! Se Jesus não tivesse interferido no curso dessa história, eu não estaria aqui hoje – confessa a pastora.

Segundo Eyshila, o ponto de virada do casamento aconteceu quando ela entendeu que a briga não era com o marido, mas com o diabo.

– Nunca diga que a sua luta, sua vida ou sua casa é um inferno. Não chame o inferno para perto de você. Você foi chamado para abençoar e não para amaldiçoar. A gente precisa entender que nas nossas palavras há poder. Quando eu entendi isso, o Espírito Santo começou a me mostrar como é que eu tinha que lutar. O nosso papel é orar e amar, transformar é com Deus. Nós nunca poderemos fazer a parte do Espírito Santo. Nossa parte é não desistir jamais! – ressalta Eyshila.

Casados há 28 anos, Eyshila e Odilon sofreram um baque em suas vidas no ano de 2016. Pais de Matheus e Lucas, eles tiveram que lidar com a morte do filho mais velho, que contava com 17 anos à época, por causa de uma meningite viral. A cantora revela que orou até a hora do sepultamento de Matheus por acreditar em um Deus que ressuscita mortos.

– Deus não provoca as tragédias, mas Ele sabe o que fazer com elas. Ninguém espera que um filho vai adoecer em 14 dias e vai embora. Eu pensei que não ia conseguir respirar mais, porque a vida muda completamente. É muito importante a gente entender quais são as vozes ao nosso redor, na hora de uma tempestade; porque são muitos barulhos que a gente ouve e eles nos confundem. Fizemos tudo aquilo que um crente faz num momento tão terrível como esse, mas a resposta de Deus foi não. Não para nós e sim para o céu – compartilha.

Passados oito anos desde sua perda, Eyshila conta que sua experiência de superação do luto até hoje toca a vida de muitas mães pelo Brasil que, na época, intercederam pela família da cantora.

– Eu sou a mãe que devolveu o filho para Deus. Ainda estou sonhando com novas vitórias e tenho novas lutas diante de mim. As lutas não respeitam os lutos, por isso eles têm que ser muito bem elaborados. A gente não vive só suportando dores nesta vida. A gente vive de fé em fé, de glória em glória, de vitória em vitória, de milagre em milagre e o milagre ainda sou eu. Eu vou seguir e eu não me rendo à minha dor – finaliza.

Eyshila e Odilon são os pastores da Assembleia de Deus Vitória em Cristo em Santo André (SP). A cantora, que lançou recentemente o single “Tanque de Betesda”, pela MK Music, e o livro “Gotas de Consolo”, pela Editora Central Gospel, foi um dos nomes mais pedidos pelo público do PodCrê.

Produzido pelo Pleno.News, apresentado pelas jornalistas Mayara Macedo e Natalia Lopes, e pela radialista Helô, o podcast está em sua terceira temporada falando sobre fé e vida espiritual e já conta com quase 100 mil inscritos em seu canal no YouTube. O PodCrê também está disponível no Spotify, na Deezer, no Apple Podcasts e na Amazon Music.