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No ar em “Dona de Mim”, Felipe Simas revela crise existencial e depressão antes de se converter: “Meu irmão me olhava e não me reconhecia”

Dando vida ao vilão Danilo na novela “Dona de Mim”, da Rede Globo, o ator Felipe Simas é o convidado do 110º episódio do podcast PodCrê. Durante o bate-papo, ele falou sobre a transformação que viveu em sua vida pessoal e profissional após a sua conversão.

Simas revela que sentia um profundo vazio na época em que interpretou o vilão Cobra, da novela “Malhação – Sonhos”, o que o levou a um quadro depressivo, apesar de estar no auge da carreira.

– Por fora, estava tudo muito bom. Parecia que estava tudo maravilhoso, só que, por dentro, existia uma crise existencial. Eu lembro que meu irmão Rodrigo Simas me olhava e não conseguia ficar me encarando, porque ele não me reconhecia. Existia algo em mim que era como se tivesse uma parede e as pessoas não conseguiam me acessar – desabafa.

Ao final da novela teen, Simas afirma ter tido um encontro com o Espírito Santo, e isso passou a ser sua busca mais constante. O artista explica que a fé se tornou a base de sua vida e a certeza que o move.

– Deus é o primeiro pensamento quando eu acordo e o último quando eu vou dormir. Então, como viver sem isso que me move? – questiona o artista.

Felipe recorda que seus irmãos – Rodrigo Simas e Bruno Gissoni – ficaram apavorados porque, segundo ele, “não tinha nenhum crente assim na família”.

– Tudo mudou, a ponto do meu irmão Rodrigo me olhar e falar assim: “Caraca, filho, estou te olhando e parece que estou vendo o meu irmão de 12, 13 anos”. E isso, para mim, foi a resposta de que algo aconteceu. Eu vejo fotos minhas durante esse ano caótico que eu passei e fico quase com dó de mim mesmo. Tinha algo muito profundo acontecendo comigo, mas que afetava as pessoas ao meu redor. Então, quando eu fui liberto disso, eu pude respirar aliviado pela primeira vez e não precisava usar máscara e nem da aprovação das pessoas – testemunha o global.

Por cerca de sete anos, Felipe viveu sua fé de forma mais reservada, seguindo a filosofia de São Francisco de Assis de “pregue, e se for preciso, use palavras”. Casado com a influencer Mariana Uhlmann e pai de três filhos, Simas participa da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde já foi visto pregando em cultos.

FÉ E OFÍCIO DE ATOR
Prestes a estrelar a série “Tremembé”, do Prime Video, na qual dará a vida a um dos irmãos Cravinhos, Felipe Simas conta que chegou a entrar em conflito sobre a sua fé e a carreira de ator. Com papéis de destaque na TV, como o Jonatas, de “Totalmente Demais”, e o sertanejo Xororó, na série “As Aventuras de José e Durval”, ele mudou sua visão ao entender que a atuação foi uma porta aberta por Deus para que ele conseguisse sustentar a família.

– Eu passei a ter uma relação com a minha fé achando que estava no lugar errado. Muito por aquilo que eu escutava da guerra contra a cultura. Aí, um amigo falou: “Você tem três filhos, cara. Isso aqui, antes de mais nada, é o sustento para a sua família”. Quando passei a olhar para esse viés, eu comecei a analisar que tinha tanta gente boa ali dentro – afirma Simas.

Ainda sobre a arte de atuar, Felipe incentiva cristãos a entenderem que essa também é uma forma de levar a mensagem de Cristo.

– Eu passei a entender que cada personagem que interpreto é uma criação de Deus e assim consigo me conectar com essa personagem, por pior que ela seja. Eu já fiz assassino, já fiz coisas difíceis, mas, se Deus ama essas pessoas, quem sou eu para julgar? Então, isso me conecta muito à minha profissão e acho importante o movimento evangélico compreender isso também e incentivar os jovens que estão na igreja e sentem esse chamado no coração. O Evangelho está para além das igrejas. O Evangelho é vida e, por onde a gente caminha, a gente vai deixando os resquícios do Reino – finaliza.

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Malafaia rebate dados do Censo: “Não acredito em esquerdopata”

Convidado do 100º episódio do podcast PodCrê, o pastor Silas Malafaia não se esquivou de responder questões polêmicas. Conhecido por suas opiniões fortes, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) analisou temas como masculinidade, vida cristã, política e até mesmo a recente divulgação do Censo 2022, que mostrou que os evangélicos agora representam 27% da população brasileira.

De acordo com Malafaia, “esse é um jogo que a gente tem que interpretar o que está por debaixo dos panos”.

– Para nos denegrir, a manchete diz que o nosso crescimento não foi igual ao da década passada; quando, na verdade, ela teria que dizer que os evangélicos continuam crescendo e os católicos diminuindo. Só que eles invertem a notícia e colocam elementos subjetivos e de conversa fiada. A pesquisa não diz que apenas 10% dos católicos são praticantes e para alguém dizer que é evangélico, ele vai à igreja pelo menos uma vez por semana. Então, para o cara dizer que é evangélico é porque ela vai pra igreja. Os desigrejados, que não contam, são evangélicos, mas estão fora da igreja – pontua o líder religioso.

Silas ainda foi taxativo ao dizer que não confia nos dados do IBGE que, desde 2023, é presidido pelo professor e pesquisador Marcio Pochmann, apontado pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

– Eu não acredito nessa aliança do IBGE com PT. Então, você tem uma construção de fatos. Já houve inclusive questionamentos da direção do IBGE e de várias pesquisas desse esquerdopata que comanda o Instituto. Então, eu tenho lá minhas dúvidas. Agora, eu não estou preocupado com quando é que os evangélicos vão ser maioria no país. Eu estou preocupado que a gente pregue o Evangelho e que cada cristão dê testemunho do Evangelho. É isso que funciona, é isso que me move – finaliza.

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Malafaia sobre Legendários: “Ninguém vai virar homem em 3 dias”

Casado há quase 50 anos com a pastora Elizete Malafaia e pai de três filhos, o pastor Silas Malafaia revelou ao podcast PodCrê que é um homem romântico, gosta de surpreender a esposa e que não se esquece de datas importantes, como o aniversário de casamento no dia 2 de fevereiro.

Malafaia aproveitou a deixa para criticar a atual geração de homens, que ele considera mimizenta e frágil. Inclusive, aproveitou a oportunidade para criticar movimentos que surgiram com essa proposta de resgatar a masculinidade dos homens em poucos dias, como a Machonaria e o Legendários.

– Hoje tem muito homem cheio de mimimi e delicado. Eu ensino, na minha igreja, que o cara tem que ser homem. Eu boto para quebrar e não dou colher de chá. Três dias não vão fazer ninguém virar macho. Você tem que ir ensinando e ser modelo de imitação. Três dias não vão mudar a vida de alguém. Vida cristã é uma construção. A vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito, como diz em Provérbios 4:18. Então, nós estamos num processo – declarou o pastor.

Malafaia ainda disse que o grande problema dos homens de hoje é a omissão da figura paterna na construção do indivíduo.

– Quando a criança nasce, o objeto de amor da criança é com a mãe. Quem faz a ruptura entre a criança, a mãe e o mundo é a figura paterna, mas se essa figura for omissa, a criança tem dificuldade de fazer a ruptura e aí, você tem homens de 30 anos morando com mamãe e com papai, tem carro, tem bom emprego, mas não se casa porque está ali debaixo dessas mães castradoras que colocam o filho no lugar do pai que é omisso ou que caiu fora. Essas mães de produção independente acham que estão fazendo uma coisa fantástica. Todo ser humano quando nasce é o mais ignorante das criaturas. Para se tornar o mais inteligente, quando cresce, é através do desenvolvimento social e a agência mais importante é a família. A agência socializadora na figura do pai e da mãe.

Ainda sobre o Legendários, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) comentou sobre o que ele chamou de “Evangelho de resultado rápido”.

– Todo mundo quer esse Evangelho em que não precisa jejuar ou ter vida de oração e de leitura da Bíblia. É o que eu chamo “molezinha”. Molezinha é pudim, gelatina e sopa de minhoca, porque na vida cristã tem renúncia, luta e guerra. Tem que dominar sua vontade e buscar a Deus. Então, esse negócio que vai virar macho com três dias não vai dar certo – finaliza.

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Malafaia revela que gostaria de ficar cara a cara com Felipe Neto

Uma das figuras mais expressivas do cenário religioso; e até mesmo político; dono de opiniões fortes, o pastor Silas Malafaia é o convidado do 100º episódio do podcast PodCrê. Como esperado, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) não fugiu de nenhum assunto, principalmente dos polêmicos.

Ao ser questionado com quem gostaria de ficar cara a cara, Malafaia foi taxativo: Felipe Neto, com quem já trocou farpas na internet e até mesmo abriu uma queixa-crime contra.

– Eu tinha vontade de conversar cara a cara com o Felipe Neto. Só encontrei com ele no tribunal, mas não deu tempo e ele teve que pedir arrego para mim. Mas é um cara que eu tinha vontade de conversar olho no olho para dizer o que eu penso e deixá-lo falar o que pensa. Eu gostaria de conversar com gente que eu tenho choque e tem uma fila grande – afirmou.

Em 2017, o pastor abriu uma campanha contra a Disney após a empresa norte-americana exibir um desenho infantil que mostrava um beijo gay. Em contrapartida, Neto criticou a postura de Silas e o acusou de explorar a fé das pessoas para enriquecer.

As declarações levaram Silas Malafaia a abrir uma queixa-crime contra o youtuber. Em 2019, ambas as partes chegaram a um acordo com Felipe Neto publicando um vídeo no qual afirmava: “não concordo com muitas coisas que o pastor Silas Malafaia fala, mas não posso provar e afirmar que ele enriquece através de fiéis”.

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Missionário Miguel Oliveira nega que Conselho Tutelar o proibiu de pregar

O missionário Miguel Oliveira aproveitou sua participação no podcast PodCrê para esclarecer sobre a suposta decisão do Conselho Tutelar, que o proibiu de ministrar em igrejas e eventos religiosos por tempo indeterminado. Miguel afirmou que tudo não passou de mentira.

– É mentira esse negócio de eu não poder pregar. Pregação é uma exposição da fé e a gente vive num país laico. Ninguém pode ser impedido de professar sua fé e nenhum órgão pode colocar as mãos dentro de um uma instituição religiosa – declara o pregador mirim.

Miguel esclareceu que a informação foi algo semeado pela mídia e que a pausa nas pregações partiu dele mesmo, mas por outros motivos.

– Esse negócio de não poder pregar é coisa dessa mídia. As pessoas acham que a justiça pode interferir na minha e na sua fé. Isso não é justiça, é censura. A opção de não pregar, por um tempo, partiu de mim. Eu escolhi não pregar por um tempo, porque grandes foram as ameaças e ataques e pessoas importantes estavam me pressionando muito e indo para cima de mim. Grandes mídias e grandes emissoras também estavam por trás disso. Então, eu optei por me esconder assim como o profeta Elias fez – explica Miguel Oliveira.

O jovem missionário de 15 anos teve sua família atacada nas ruas, como no episódio em que sua mãe foi chamada de “mãe de bandidinho”. Com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram, Miguel também foi alvo de ataques na internet e quase teve sua conta derrubada.

– Quando eu postei um vídeo comentando sobre crianças rebolando dentro de uma escola, derrubaram meu vídeo do Instagram e poderia perder minha conta se eu postasse novamente. As pessoas aplaudem tudo o que não é do altar, mas te julgam quando você tem uma vida com Deus e pode transformar a vida de alguém – destaca Miguel.

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Missionário Miguel Oliveira revela que mãe chorou após ser atacada na rua

O missionário Miguel Oliveira é o convidado do novo episódio do podcast PodCrê. Aos 15 anos, ele ganhou notoriedade na internet com suas pregações. E, como na maioria dos casos que viralizam, a exposição também trouxe alguns problemas. Em abril deste ano, o Conselho Tutelar o investigou; além disso, a família do rapaz foi alvo de ataques na rua.

– Minha mãe foi ao salão fazer as unhas e, quando ela tava saindo, passaram duas mulheres falando: “Essa aí, é a mãe do bandidinho”. Ela chegou em casa chorando… machuca ouvir esse tipo de coisa; mas a Bíblia diz que seremos perseguidos por amor a Cristo. Eu lamento esse tipo de coisa, mas não posso responder à altura, porque senão eu perco a minha sanidade – declara o adolescente.

Durante a conversa no PodCrê, Miguel Oliveira comentou sobre seu bordão “Off The King, The Power, The Best” que, segundo ele, foi totalmente retirado de contexto. Na ocasião, o jovem estava pregando em uma igreja onde um casal estava com dificuldades de ir para os Estados Unidos e usou “um inglês mal falado” para dar uma referência aos dois.

– Pegaram aquilo e jogaram nas mídias sem entender o contexto da profecia. Até ali, eu não falei que eles iam pisar na América. Eu estava dando a direção da terra onde eles iam pisar e falando a língua daquele país. Não há blasfêmia, não há escândalo, não há heresia, não tem cabimento para crítica e ataque. Pegaram aquilo e jogaram como uma falsa profecia e foi uma coisa infundada – detalha o pregador.

Em relação aos ataques que sofreu na internet, Miguel criticou a comunidade evangélica que, segundo ele, se juntou a outras pessoas para criticá-lo dentro e fora das redes sociais.

– Ninguém pega o vídeo de um muçulmano orando no tapete ou de um católico acendendo uma vela e faz chacota, porque as pessoas entendem que aquilo é sagrado. Agora, é conveniente pegar o momento de um culto, amassar todo o contexto, pegar aquilo que acho que vai viralizar e jogar como chacota. O que me estressou foi gente não crente querer abrir a boca e dar opinião. Aí, se juntou crente, ateu, católico e ímpio batendo em algo que aconteceu em nosso meio. Alguns crentes têm um sério problema que é a língua, e o nosso povo é o único que se ataca e se mata – afirma.

Miguel conta que, às vezes, costuma visitar o perfil de quem o ataca e, nas palavras do pregador, “é uma pessoa que pratica a iniquidade”. Porém, ele afirma que “Deus é maior do que qualquer ataque, fúria ou levante”.

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Influenciadora Mariana Tranquilo revela que se envolveu com drogas

Com quase 4 milhões de seguidores nas redes sociais, a digital influencer Mariana Tranquilo compartilhou seu testemunho, no mais recente episódio do podcast PodCrê. Casada com o empresário Diego Nogueira e mãe do pequeno Théo, a influenciadora costuma compartilhar, como ela mesma diz, uma “maternidade real e cômica” em seus posts. Entretanto, o passado de Mariana não teve nada de tranquilo, pois foi marcado por uma forte tragédia que foi o assassinato de sua mãe.

– A morte da minha mãe mexeu muito comigo, e comecei a fumar maconha para sanar a minha dor. Por muito tempo, eu perguntei para Deus se Ele tinha esquecido de mim; e só Deus sabe o que eu passava quando deitava, porque o efeito da droga é uma coisa muito momentânea; mas, quando passa aquela ressaca, você fica se sentindo covarde de não conseguir sair da situação e de permanecer ainda com a dor e com o vazio – revela Mariana.

Além da perda da mãe, a influencer precisou lidar com uma gravidez ectópica, que ocorre quando um óvulo fertilizado se implanta e cresce fora do útero; geralmente, dentro de uma das trompas.

– Descobri a gravidez, porque estava passando muito mal, com muita febre e fiz um teste. Três dias depois, eu passei muito mal, parei no hospital e, quando eu fui ver, a gravidez não estava no lugar. Aí, mais uma vez, eu pensei que Deus não estava do meu lado e fiquei do lado do cigarrinho – lamenta.

De acordo com Mariana, o feto foi parar na trompa esquerda. No hospital, ela descobriu que estava com uma hemorragia interna e, por isso, teria que se internar.

– Eu saí da cirurgia com um vazio tão profundo que eu não conseguia entender o porquê de passar por aquilo. Antes de me operar, o médico disse que a outra trompa estava comprometida e eu lembro que falei: “Doutor, o Senhor falou comigo que eu ia gerar, então eu não vou tirar minha trompa, porque vai ser por essa trompa rasgada que eu vou voltar aqui grávida e vocês todos vão me operar” – testemunha a influencer.

Lutando para realizar o sonho de ser mãe, Mariana começou a juntar dinheiro e fez vários exames. Ela recorda que chegou a ouvir de uma das médicas que só um milagre a faria gerar.

– Depois de dois anos tentando, eu me ajoelhei e coloquei a música “Dá-me Filhos”, da Fernanda Brum, e comecei a clamar. Eu gritava e chorava e batia tanto no chão que passou um tempinho, eu estava sentada no sofá, e comecei a passar mal. Minha menstruação estava há um tempo sem vir, porque ela sempre ficou atrasada, mas alguma coisa me despertou. Era tarde da noite e falei para o meu esposo: “Eu estou grávida! Pode ter certeza! Eu estou grávida e está no meu útero” – recorda Mariana.

E hoje, o pequeno Théo – cujo nome significa Deus Supremo – completou 1 ano de idade. De acordo com Mariana, o filho é a prova do cuidado de Deus em sua vida.

– Mesmo eu sendo infiel com Deus, mesmo não permanecendo nos seus caminhos, Ele fez na minha vida. Foi uma gravidez que eu tive medo do começo ao fim. Se Deus falar que sim, não tem medicina nenhuma que diga o contrário. Eu não entendi por que perdi minha mãe e o meu primeiro filho, mas hoje eu entendo que foi preciso passar para eu falar para outras mulheres que Deus faz. No lugar da tua dor, você vai contar a vitória! – testifica.

Membro da Assembleia de Deus Vitória em Cristo de Niterói, liderada pelos pastores Marquinhos Menezes e Lilian Azevedo, a influenciadora se batizou nas águas no dia 1º de junho e compartilhou o momento de forte emoção com seus seguidores.

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Dois anos após acidente, mãe de Kaiky Mello revela que orou para Deus levá-lo

Um dos jovens talentos revelados no palco do Programa Raul Gil, o cantor Kaiky Mello teve sua vida mudada por completo, aos 16 anos, no dia 29 de março de 2023. Enquanto voltava da escola em uma moto elétrica, ele teve um aneurisma e se acidentou. Na queda, sofreu um traumatismo craniano que o deixou mais de dois meses internado no CTI.

Convidada do podcast PodCrê, Tatiane Pauluze, mãe de Kaiky, conta como tem sido esses dois anos de recuperação. Ela ainda recorda como seu mundo virou pelo avesso ao receber a notícia do acidente.

– O médico falou que ele precisava fazer uma cirurgia às pressas e assinei uns papéis na hora. Nessa hora, o meu mundo caiu e chorei muito, porque fiquei muito assustada. Tentamos falar com ele, mas o Kaiky não respondia. Aí, eu sentei do lado de fora e uma moça que eu não conhecia veio e colocou um fone no meu ouvido. Na hora estava tocando a música da Maria Marçal que fala: “Deixa, deixa Eu trabalhar do meu jeito” e ali, eu entendi que o Senhor ia trabalhar na vida dele – lembra.

De acordo com Tatiane, por diversas vezes, os médicos falaram que Kaiky não sairia do respirador ou que ele não voltaria para casa. Na terceira semana de internação, uma das enfermeiras disse que o rapaz estava sofrendo muito e sugeriu que Tatiane orasse para que Deus fizesse à vontade Dele.

– Eu fui para a cantina do hospital e comecei a orar dizendo: “Senhor, eu sei que vai me doer muito, mas, se for para ele ficar sofrendo, o Senhor pode levar. Se eu tô segurando ele, eu não quero. Eu quero que meu filho descanse, eu não quero ver meu filho sofrendo. Se for para deixar o Kaiky em cima de uma cama assim, leva” – recorda.

A situação do jovem artista mobilizou várias pessoas que se uniram em oração em prol da recuperação dele. Até mesmo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se compadeceu da situação e se uniu aos demais intercessores.

Já o apresentador Raul Gil se prontificou a ajudar a família. No mesmo ano em que Kaiky Mello sofreu o acidente, a produção do programa do SBT criou uma campanha de doação, incentivando os telespectadores a entrarem em contato com a família para saber como ajudar.

– Sou muito grata a Deus pela vida do Raul, do Raulzinho, pela vida do Alexandre, que era o que sempre estava em contato com a gente. Eu sou muito grata a Deus, porque Ele trouxe pessoas que doaram alimentos pra gente – destaca.

Sobre o momento atual, Tatiane explica:

– As pessoas acham que ele está vegetando em cima de uma cama, mas o Kaiky não está em estado vegetativo. A gente conversa e ele entende e esboça reação. A gente teve que acreditar no Senhor e hoje nós estamos aprendendo a viver pela fé.

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Pastor comenta hype do Legendários, que já teve Thiago Nigro, pai de Neymar e Eliezer

Casado e pai de quatro meninos, o pastor Anderson Silva é o convidado do 92º episódio do podcast PodCrê. Idealizador do Machonaria, que tem como missão resgatar a masculinidade bíblica, o líder cristão revelou ter uma extrema compaixão com os homossexuais.

– O verdadeiro homem de Deus deve andar ao lado de homossexuais porque, talvez, o problema do homossexual é um padrão paterno masculino bíblico. Eles nunca viram um homem, eles nunca viram um pai. Então, você está convicto de que é um homem de Deus? Então, por que você faz piada com homossexuais ao invés de inspirá-los à mudança através da sua postura masculina mais generosa. Apesar do nome Machonaria, ser homem não é ser o machão – afirmou o pastor.

Por falar na postura masculina, Anderson deu sua opinião acerca dos Legendários, que se popularizou entre os homens, principalmente entre famosos como Thiago Nigro, Tirulipa e o ex-BBB Eliezer. O movimento que promete levar os homens a encontrarem a sua melhor versão gerou polêmica na internet e se tornou assunto até mesmo fora da comunidade evangélica.

Apesar das semelhanças entre Legendários e Machonaria, já que ambos são voltados para homens, o pastor faz questão de esclarecer as diferenças entre os dois ministérios.

– O Legendários é evangelístico e o Machonaria é santificador, confrontador. Então, o Legendários vai te conscientizar ou te converter através de uma experiência com Deus. O Machonaria é um trator pavimentador e vai passar por cima de você, dos seus pecados, da sua imoralidade e trazer à luz da Bíblia a clareza para que você decida ser um outro homem – resumiu.

Apesar das diferenças, Anderson já chegou a pregar num encontro de Legendários e afirma que as polêmicas que envolvem o movimento acabam sendo um efeito colateral que pode ser evitado.

– Tudo vira moda para alguns, mas o Machonaria é mais radical e por isso a gente é antipopular. Todo mundo soube de três legendários que agrediram uma mulher na saída de um restaurante. A liderança ficou sabendo e excluiu a pessoa. Eu fui pregar em um grupo de Legendários e, quando a gente foi jantar com o pastor, tinha um legendário lá com a esposa seminua tomando whisky. Tem que ter um zelo porque muitos vão por causa de networking. O Legendários funciona para salvar, mas a gente precisa doutrinar esses homens – reforçou o pastor.

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Pastora de Ludmilla revela que cantora frequenta cultos e gosta de orar no monte

Com quase 600 mil seguidores no Instagram e conhecida pela Live da Resposta, a pastora Adriana Pereira, da Igreja Casa de Oração, no Rio de Janeiro, é a convidada do episódio de número 90 do podcast PodCrê. Amiga há sete anos da cantora Ludmilla, ela contou como é cuidar da vida espiritual da famosa.

Adriana conheceu Ludmilla quando começou a fazer células – pequenas reuniões de oração e estudo bíblico – nos lares das pessoas. Em uma dessas, ela se encontrou com Silvana Oliveira, mãe da artista.

– Muitas vezes, eu estava em casa e o Senhor falava: “Manda mensagem para a Ludmilla” e eu questionava. [Certa vez] Mandei mensagem dizendo o que ela estava passando, naquele exato momento, e que estava orando por ela. Passou um tempo e fui fazer uma célula, quando chegou a mãe dela, que eu não conhecia. A Silvana pediu para ir fazer uma visita na casa da filha e, duas semanas depois, cheguei e, daqui a pouco, desce Ludmilla pelas escadas. E aí, falei para ela ver as mensagens e tudo o que ela tinha passado estava anotado nos recados que mandei – recorda Adriana.

Com o tempo, Ludmilla pediu para que Adriana se tornasse sua pastora e ficasse responsável por realizar células na casa da cantora, que acontecem todos os meses.

– Os amigos dela podem ir para o “Numanice”, mas antes tem que assistir o culto e toda segunda-feira ela está lá na minha igreja. Ela vem e manda todo mundo ir assistir ao culto. Ela me chama de mãe do coração. Quando eu faço alguma ação social, ela sempre ajuda todos os meses dando alimento, mandando bombom para as crianças. Eu não fico pedindo, porque sei que é chato e parece que você está com aquela amizade só por interesse – conta.

Além de frequentar os cultos na igreja do Recreio, Ludmilla costuma ir ao monte com Adriana para orarem juntas. Foi numa dessas subidas, que a artista conseguiu a solução de uma causa que parecia impossível.

– Estávamos no monte e o Senhor disse que ia arrancar a Ludmilla de uma situação que ela estava vivenciando de um prejuízo; e Deus me usou ainda falando que seria dia 19. Ali, no monte, ela fez um voto que se Deus fizesse na data aquilo que era impossível, ela iria gerar um presente para Deus. Quando chegou dia 19, ela me ligou para irmos ao monte. Quando chegamos lá, ela pegou um papel e começou a gritar: “A senhora foi usada! A senhora falou que Deus ia fazer no dia 19 e Deus fez” – testemunha.

O presente a que a cantora se referia veio no dia 30 de janeiro de 2024. Na época, a Igreja Casa de Oração estava com o aluguel atrasado. Durante o culto, Adriana pediu que Deus fizesse um milagre, quando foi surpreendida por Ludmilla chegando para a reunião juntamente com a família e o advogado.

– A Ludmilla não sabia dessa dívida. Ela me perguntava se eu precisava de alguma coisa e eu sempre dizia que estava tudo bem. Naquele dia do culto, eu pedi para Deus gerar um milagre. Então, de repente, ela chegou no meu ouvido e falou: “Ó, comprei a igreja e estou dando de presente para você. A igreja agora é sua. Vocês não precisam mais pagar aluguel”. Eu sentei na escada e chorava tanto… Fiquei impactada sem entender o que estava acontecendo – recorda Adriana, que não se importou com as críticas, porque entendeu tudo isso como o cumprimento de uma promessa.

Além de Ludmilla, Adriana tem amizade com outros famosos, como Deolane Bezerra, MC Daniel, Jojo Todynho e Simone Mendes. Porém, ela faz questão de explicar que não deseja ganhar fama pelo trabalho que realiza com os artistas.

– Quando entro na casa de qualquer artista, eu falo para a minha equipe guardar o telefone porque ali é a privacidade deles. Eu não estou indo ali para ganhar fama em cima deles. Se eles postam, eu deixo à vontade. Teve gente que já falou para eu cobrar para fazer célula ou ao menos pedir para marcar minha arroba, mas eu não faço. Eu não sou invasiva, eu entro e sei o meu lugar. Eu não estou ali por causa do nome que eles têm. Eu estou ali para um propósito que é fazer o que Deus quer na vida deles. Não é sobre mim, é sobre Ele e o propósito que estou levando que é pregar a Palavra – garante Adriana.

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